YOUNG DREAMS-Noruegueses Envolvente

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Cris Baio do Vampire Weekend remagino  Fog Of War o melancolico hino do grupo
noruegues Young Dreams com uma produção tropical envolvente,inscrita sobre a dualidade
de uma obscura base percusiva  de aparência metálica uma cobertura solar que proporciona
aos vibrantes sintezidadores .   O sotisficado upbeat com mobilidade techno aparece em        Fog Of War recenemente publicada na Modular People que inclui remixes de Lemonade  e Korallreven.
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Chris Baio de Vampire Weekend reimaginó ‘Fog Of War’, el melancólico himno del grupo noruego Young Dreams, al que pigmentó de producción tropical envolvente, inscrita sobre la dualidad de una oscura base percusiva de apariencia metálica y la cobertura solar que proporcionan los sintetizadores pulsantes. El sofisticado upbeat de movilidad technoaparece en ‘Fog Of War EP‘ reciente referencia publicada por Modular Peopleque también incluye remixes de Lemonade y Korallreven.

GALO POWER- Rock Que Dá Galo Na Cabeça

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Injeção de adrenalina e lisérgicos diretamente no coração te levando para outra época… um sopro de loucura nos seus ouvidos… eletricidade abundante na atmosfera… viagens inter-espaciais…rock de verdade, som de velho, repaginado e sem modismo…isso é The Galo Power!!

Passaram exatamente 4 anos desde que a The Galo Powerfez sua primeira aparição no cenário roqueiro de Goiás, no festival P

erro Loco, de 2007. Dentre algumas dificuldades, a maior delas sempre foi mesmo a grana, já que feeling, inspiração e dedicação nunca faltaram para a banda, que passou de dupla pra power trio e atualmente é um quarteto, formado por Bruno Gallo nos vocais e na guitarra, Evandro Galo na bateria, Rodolpho Power no baixo e Thomas Heckmann no órgão e guitarra base.

Sobre o que é feito pela banda, notoriamente não se trata de revolução musical, mas puramente de influências, devoção e respeito ao que os mestres do segmento do rock deram ao mundo como contribuição. Letras que falam sobre amizade, amor pelo universo, paixões, ódio pelo desprezo e fritações marcam as melodias do primeiro álbum, o “Ancient Rise”, lançado com apoio do selo independente “Two Beers or Not Two Beers” em maio de 2011 e ainda contava com os vocais de Salma Jordana, ex vocalista do grupo que saiu recentemente em agosto de 2011.

Para aqueles que pensam que a banda busca uma ascensão desenfreada, por shows extravagantes, fiquem calmos… o quarteto não tem pressa, se tem algo que sabem prezar é a simples união dos amigos em um estúdio, executando aquilo que mandam suas almas malditas, a lissergia e seus gostos ultrapassados e é exatamente isso que tem acontecido com a recente entrada do organista e guitarrista Thomas Heckmann.

Essa nova formação está dando no que falar!! A banda mal completa 1 mês de ensaios com o novo integrante e as novas composições (diga-se de passagem, ainda mais pesadas, produzidas e psicodélicas) começam a transbordar no set da The Galo Power!!

SPACE TRUCK-O Rock Tem Space Em Goiânia

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O mais difícil quando se tem uma banda é escolher um nome que traduza de primeira aquilo que é o som executado. O Space Truck conseguiu isso. Basta ler essas duas palavras para já sacar que dali vem coisa boa: som de estrada com pegada setentista e altas doses lisérgicas/viajandonas. Coisa fina!

Space Trucké um power trio que a honra a tradição das melhores bandas nesse formato da história do

rock. Cream, Jimi Hendrix Experience e Rush aprovariam o desempenho absolutamente embasbacante de Rodrigo Sobreira (guitarra), Rogério Sobreira (baixo, vocal e teclado) e Fellipe Roso (bateria). Três garotos que acabaram de sair da adolescência e que já mostram um som de deixar muito barbado dizendo “yeah!” e batendo cabeça na beira do palco.

Com pouquíssimo tempo de banda, o trio já possui um currículo de causar inveja em muitos veterenos. Tocaram nas principais casas de rock de Goiânia, em festivais conceituados e tradicionais e onde passam arrebanham fãs com seu rock sincero cantado em inglês e umbilicalmente ligado à tradição dos bons sons do estilo.

Com um primeiro disco no forno, o Space Truck é a maior revelação do rock de Goiânia dos últimos tempos. Assim como a banda honra a tradição do rock mundial, soma e acrescenta na efervescente cena independente goianiense.

Space Truck. Anote esse nome, pois você ainda vai ouvir falar muito.

Pablo Kossa – março/2012

 

LADY HAWKE-Dusk Till Dawn Show Em São Paulo Cine Metropole (Video)

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A neozelandesa Philippa Pip Brown é conhecida pelo público como Ladyhawke, nome inspirado no filme homônimo do diretor Rutger Hauer, no Brasil traduzido como Feitiço de Áquila. “Paris Is Burning” foi o single que a projetou, em todo o mundo, em 2008, com o lançamento do seu primeiro álbum de estúdio, Ladyhawke. O segundo álbum, Anxiety, foi lançado em 2012.

O show, viabilizado por meio de crowdfunding da agência Playbook, fará parte da festa de aniversário da marca Jack Daniel´s. Abaixo, a programação completa da noite

 

 

www.ladyhawkemusic.com

http://www.rockinchair.com.br/Show/ladyhawke/2012/09/28.htm

 

VAGINA PANTHER-New Ep “Judge”

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Canalizando a energia do hard rock, a banda de Nova York Vagina Panther é a surpresa uma banda com toda a furia adolescente que você pode ouvir . Seja discutindo curvas femininas ou cheeseburgers, a banda não mede palavras tanto em bons momentos ou  noites difíceis em seus acordes de energia. ‘Judge’  o mais recente EP do quarteto irá cumprir qualquer forma de deboche, e algo me diz que é exatamente o que você precisa.

 

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Vagina Panther announces CMJ Fest show 10.17

 

Channeling the energy of LA’s rowdiest hard rock acts, New York’sVagina Panther is (suprise, surprise) a band with all the wound-up teenage male fantasy you can take. Whether discussing female curves or cheeseburgers, the band doesn’t mince words so much as it crushes good times and hard nights to little bits with their power chord rapture. The quartet’s latest EP ‘Judge‘ will compliment any manner of debauchery, and something tells me that’s exactly what you need. Their next show will be during the CMJ Marathon, on October 17th. –

 

 

 

http://www.veeepeee.com

 

 

 

 

ENCRUST- Raiva e tecnica

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Foto de Encrust
Encrust não se importa se eles machucam os puristas do gênero. Na verdade, eles parecem se divertir. O quinteto de Chicago funde uma riqueza de
estilos perfeitamente em seu álbum de estréia, do From Birth To Soil disponivel em setembro dia 25 através de riffs ensurdecedores e uma percussão extrema  o Grupo de Chris Angelucci [vocais], Lucas Tobias [guitarra], Ryan Kasparian
[guitarra], Jeremy Pyrzynski [baixo], e Brian Kutanovski [bateria]-
Encrust formalmente reuniram-se em Maio de 2010. Como ele estava dirigindo da casa para o trabalho  e uma noite, Pyrzynski recebeu um telefonema de um amigo
sugerindo que ele entrar em estúdio com a banda para gravar uma demo de três músicas. Ele foi capaz de não só aprender o material em tempo real, mas também em  adicionar sua
idéias “Eu cheguei ao estúdio em 23:00 naquela noite, e eu estava lá até oito horas”, lembra
com uma risada. ”                                     

No final do dia, há uma catarse crucial no coração de Encrust. “É um
libertação “, conclui Pyrzynski.” Nosso alívio da monotonia da vida diária, civilizada é
para criar, em vez de dar aos impulsos destrutivos inerentes ao humano
animal. Nós salvar quando estamos no palco, e se os outros podem tocar, então, temos realizado mais do que poderia ter esperado. ”  

 

Encrust do not care if they hurt the feelings of genre purists. In fact, they seem to enjoy it. The Chicago quintet merges a wealth of
extreme styles seamlessly on its debut album, From Birth To Soil, available September 25 via Density Records. Siphoning guttural growls
through thunderous riffs and an extreme percussive stomp, the group—Chris Angelucci [vocals], Luke Tobias [guitar], Ryan Kasparian
[guitar], Jeremy Pyrzynski [bass], and Brian Kutanovski [drums]—pummels unlike anyone else on the scene.
Encrust formally came together in May 2010. As he was driving home from work one night, Pyrzynski received a call from a friend
suggesting he hit the studio with the band to record a three-song demo. Able to not only learn the material on the fly, but also to add his
ideas, the chemistry proved instantaneous and inimitable. “I got to the studio at 11pm that night, and I was there until 8am,” he recalls
with a laugh. “Everyone just clicked, and we were able to go for it. All of us have played in technical heavy bands so this was a breath of
fresh air because the riffs can resound and we don’t have to over think anything. It’s very natural.”
At the end of the day, there’s a crucial catharsis at the heart of Encrust. “It’s a
release,” Pyrzynski concludes. “Our relief from the monotony of daily, civilized life is
to create, rather than give in to the destructive impulses inherent in the human
animal. We save those for when we are on stage, and if others can tap into that, then we‘ve accomplished more than we could have ever hoped.”