BLCAK VEIL BRIDES-Return With New Album ” Wretched And Divine:The Story Of The Wild Ones”

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Los Angeles rockers Black Veil Brides return with their third album Wretched And Divine: The Story Of The Wild Ones and will be heading out on tour in 2013 in support of the new release (dates below).

The album is being released on January 7th via Lava Records/Island Records UK and marks the band’s first full length release since 2011’s Set The World On Fire, which appeared in the Billboard Top 200.

The 19 track opus builds upon the signature sound the Black Veil Brides have created since their debut We Stitch These Wounds, while showcasing their growth as musicians and songwriters.

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A banda  Screamo  de Los Angeles Black Veil Brides retorna com seu terceiro album Wretched And Divine: The Story Of The Wild Ones e ainda  terá uma tour em 2013 em apoio o lançamento do novo album.
O album começa a ser lançado em 7 de  Janeirao via Lava Records/Island Records Uk
e marca o primeiro lançamento entre  2012  do Set The World On Fire que apareceu no
top 200 da Billboard.
As 19 faixas  contruidads tem  a assinatura sonora de Black Veil Brides que tem criado
o lançamento de We Stitch These Wounds que foi uma mostragem da crescente
dos seus  musicos  e compositores

 Tour Dates

Feb 3rd  Cardiff, UK Cardiff University Great Hall
Feb 4th  Manchester, UK Academy
Feb 5th  Bristol, UK O2 Academy
Feb 7th  Southampton, UK Guild Hall
Feb 8th  Norwich, UK UEA
Feb 9th  Liverpool, UK O2 Academy
Feb 10th  Glasgow, UK O2 Academy
Feb 12th  Newcastle, UK O2 Academy
Feb 13th  Sheffield, UK O2 Academy
Feb 14th  Birmingham, UK O2 Academy
Feb 15th  London, UK O2 Academy Brixton

 


http://www.blackveilbrides.net

http://www.entertainment-focus.com/news/black-veil-brides-set-to-tour-early-2013

 

 

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THE SWORD- Interview About New Album “Apocryphon”

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Quarteto de stoner rock  do texas The Sword lançou seu quarto álbum de estúdio, Apocryphon em 22 de outubro, seu primeiro lançamento pela  Razor & Tie. Este album é  um contraste de em  conceito, em todos os sentidos.

Eles estão agora se preparando para pegar a estrada para uma turnê pelos EUA com o apoio atos Gypsyhawk e American Sharks..

Um dias atrás, falei com o guitarrista Cronise JD vocalista para discutir o making of do álbum, a sua configuração de engrenagens, o novo baterista da banda.   Aproveite a conversa abaixo, e confira o site oficial da banda para mais informações sobre o álbum e datas da turnê

REVOLVER: Seu álbum anterior, Warp Riders, era algo criativo para você, em termos  conceituais , musicalmente e em todos os aspectos. Será que isso ajuda a voltar para as coisas mais simples para este novo álbum?

Sim, Wipers Riders  era uma espécie de experimento, e foi divertido, mas foi definitivamente um desafio., nós queriamos mantê-lo mais simples, basta escrever algumas músicas e deixá-los vir até nós, para ver o que iria acontecer.

Eu acho que o álbum tem elementos de que você fez antes, mas ele tem mais  uma vibe mais Heavy Metal clássico em vez do slugdy sounds em  seus albuns anteriores. É que uma avaliação justa dosApocryphon?

Sim, eu diria isso. Mesmo que seja engraçado que me parece ser a leitura da palavra sludgy” muito destes dias, quando as pessoas estão se referindo a este album, mas ele definitivamente não soa sludgy  para mim!

Mas em termos de voz, provavelmente, mais do que nunca. E
seu melhor  vocal até agora


Acho que sim. Eu gostaria de pensar que cada álbum é o melhor que temos feito até agora, em termos de jogo de todos e desempenho. Pessoalmente, eu acho que ela reforçou-se um pouco sobre Warps Riders. Na verdade, eu fiz  algumas aulas de canto antes de gravarmos, mas sim, eu acho que expandiu ainda mais em um presente novo. Honestamente, eu recebo um monte de críticas por meus vocais. É provavelmente o aspecto mais criticado da nossa música, mas para mim, quando eu escuto todos os nossos albuns , eu ouço o que eu quis fazer. Então, pode ser quando as pessoas criticam, muitas das vezes eu acho que eles não entendem o que. Mas estou muito feliz com isso.

Bem, eles podem definitivamente parar de criticar seus vocais a partir de agora. Outra coisa interessante é que você realmente saiu de Austin e mudou-se para Baltimore para gravar este album . Houve alguma razão especial para isso, ou foi apenas porque o produtor é de  lá?

Sim, o estúdio de J. Robbins está lá, ele mora lá, ele é um homem de família e ele tem uma esposa e filho. Tenho certeza que ele não era realmente a idéia de vir e viver em Austin por um mês e estar longe de sua família e longe do estúdio e de  sua casa, onde ele sabe melhor. É sempre melhor tipo de deixar o engenheiro ou produtor de trabalho no lugar que eles são mais confortáveis. Dessa forma eles podem obter o som que eles querem.

Ele desempenha um papel importante na captura desse som? Você sente que ele trouxe o melhor de você, que você pode não ter conseguido de outra forma?

Sim, definitivamente. A razão pela qual ele foi escolhido, achamos que ele realmente tinha um ouvido muito bom para o tipo de música que nós tocamos, e ele poderia fornecer o tipo de álbum que nós queriamos . Nós  conhecemos a maior parte de seu trabalho mas como o nosso baixista Bryan é um grande fã do  Clutch, em que ele trabalhou . Realmente ele sabe como uma banda como nós deveria soar. Nós só queríamos um grande, álbum de rock com a sonoridade clássica. Foi  muito fácil trabalhar com ele.

Estou feliz que você mencionou  Clutch,porque eles também têm uma abordagem de composição que é semelhante ao que vocês fazem neste álbum. Eles têm um som, simples. Esse é o caso com o seu álbum também.

Sim, eu estive com   Clutch, em  muitos, muitos anoseu sinto a evolução deles ao longo dos anos. O que eu gosto nele  eles começaram com um tipo de som e ele transformou-o em uma coisa completamente diferente agora. Mas eles já fizeram isso muito,e em um tipo lógico de forma orgânica. Estamos todos realmente admiro isso. Eles são uma banda de verdade, você sabe. Não há muitas bandas destes tipo hoje em dias que  deixam  o seu som mudar e evoluir. muitas pessoas estão preocupadas com,se fizermos esse som muito diferente do nosso último álbum, as pessoas não vão gostar e não vai vender bem. “Esse tipo de mentalidade é muito limitante para a criatividade às  vezes . Nós nos esforçamos para ser definitivamente uma banda como o  Clutch, e como as bandas de rock clássico dos anos 70 e 80 que não estavam com medo de deixar seu som evoluir .

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Austin, Texas-based heavy rock quarteto The Sword released their fourth studio album, Apocryphon, on October 22, their first release on Razor & Tie. It’s a contrasting follow-up to the concept album, Warp Riders, in every sense.

They’re now preparing to hit the road for a US tour with support acts Gypsyhawk and American Sharks.

A couple of days ago, I spoke to vocalist/guitarist JD Cronise to discuss the making of the album, his gear setup, the band’s new drummer and several other topics. Enjoy the conversation below, and check out the band’s official website for more info on the album and tour dates.

REVOLVER: Your previous album, Warp Riders, was a big creative undertaking for you, conceptually, musically and in all aspects. Did that help you get back to simpler things for this new album?

Yeah, Warp Riders was a kind of experiment, and it was fun, but it was definitely a challenge. So going into the writing for this one, we kind of wanted to keep it simpler, just write some songs and let them come to us, to see what happens.

 

 

 

V

I think the album has elements of what you’ve done before, but it has more of a classic heavy metal vibe rather than the sludgy sound of your earlier records. It is kind of Sabbath-y. Is that a fair assessment of Apocryphon?

Yeah, I would say so. Even though it’s funny that I seem to be reading the word “sludge” a lot these days when people are referring to this record, but it definitely doesn’t sound sludgy to me!

But in terms of your vocals, you’ve done a lot on this one, probably more than ever before. Is this vocally your best effort so far?

I think so. I’d like to think that every album is the best one we’ve done so far, in terms of everyone’s playing and performance. Personally, I think I stepped it up a little bit on Warp Riders. I actually took some vocal lessons before we recorded that, but yeah, I think I expanded it even more on this new one. Honestly, I get a lot of criticism for my vocals. It’s probably the most criticized aspect of our music, but for me, when I listen to all of our records, I hear what I meant to do. So may be when people criticize it, a lot of the times I think they don’t really understand what we’re going for. But I’m very happy with it.

 

Well, they can definitely stop criticizing your vocals from now on. Another interesting thing is, you actually stepped outside of Austin and moved to Baltimore to record this one. Was there any particular reason for that, or was it just because the producer is based there?

Yeah, J. Robbins’ studio is there, he lives there, he’s a family man and he’s got a wife and kid. I’m sure he wasn’t really into the idea of coming and living in Austin for a month and being away from his family and away from his home studio where he knows best. It’s always kind of best to let the engineer or producer work in the place that they’re most comfortable. That way they can get the sound that they want, you know.

Did he play an important role in capturing this sound? Do you feel that he brought out the best in you, which you might not have achieved otherwise?

Yeah, definitely. The reason we picked him was, we thought he really had a very good ear for the kind of music that we play, and he could deliver the kind of album we wanted. We knew him mostly from his work with Clutch, although our bass player Bryan is a big fan of the earlier bands he was in, like Burning Airlines. We really felt like he knew how a band like us was supposed to sound. We just wanted a big, thick, classic rock-sounding album. He was really easy to work with, and it was a breeze.

 

 

I’m glad you mentioned Clutch, because they also have a songwriting approach that’s similar to what you applied on this album. They have a massive, simple sound. That’s the case with your album as well.

Yeah, I’ve been into Clutch for many, many years and kind of listened to them evolved over the years. What I love about them is, they started with one kind of sound and they’ve totally morphed it into a whole different thing now. But they’ve done it very gradually, and in a logical kind of organic way. We all really admire that. They’re a real band, you know. There are not many bands around these days that are willing to let their sound change and evolve like that. So many people are concerned about, ‘Well, if we make this sound too different from our last album, people won’t like it and it won’t sell well.’ That kind of mindset is very limiting to creativity a lot of times. We strive to definitely be a band like Clutch, and like the classic rock bands of the 70s and 80s that weren’t afraid to let their sound grow.

That brings me right to my next question. This album has a “big” sound, and the riffs are solid and catchy. Do you think your music has changed for the positive enough for you to open yourselves up to new audiences this time?

I think so. We just try to write good songs, and try to write heavy, impactful riffs. People like that, and that’s the kind of thing people search for when they listen to hard rock music. We’re all fans of lots of different genres, but certainly of rock and metal. This album is definitely one of our most accessible albums so far.

http://www.swordofdoom.com

MAZES -Announce The New Album “Ores & Miracles”

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Maze anuncia novo album leia detalhes
Maze anuncia novo lançamento de seu album em Fevereiro através da gravadora Fat Cats
Ores & Minerlas estará seno lançado em 18 de fevereiro e em seguida terá uma Turne
na Inglaterra
A lsita de musicas e datas da tour logo abaixo
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MAZES announce new album details, Ores & Minerals

MAZES have announced they’ll be releasing a new album this February through FatCat records.

Ores & Minerals is set to be released on February 18th, and will be followed by a UK tour. The tracklisting/artwork/tour dates can be found below, along with a stream of ‘Bodies’.

  • Tracklist
  • 1. Bodies
  • 2. Dan Higgs Particle
  • 3. Significant Bullet
  • 4. Ores & Minerals
  • 5. Sucker Punched
  • 6. Delancey Essex
  • 7. Bite
  • 8. Jaki
  • 9. Leominster
  • 10. Skulking
  • 11. Slice
  • Tour Dates
  • Tue 19 Feb UK Manchester Soup Kitchen
  • Wed 20 Feb UK York Stereo
  • Thu 21 Feb UK Glasgow Broadcast
  • Fri 22 Feb UK Liverpool Camp and Furnace
  • Sat 23 Feb EIRE Dublin Workmans Club
  • Sun 24 Feb UK Leeds Brudenell Social Club
  • Mon 25 Feb UK Birmingham Hare & Hounds
  • Tue 26 Feb UK Bristol Louisiana
  • Wed 27 Feb UK Brighton Prince Albert
  • Thu 28 Feb UK London Birthdays

 

 

 

http://mazesmazesmazes.tumblr.com/

FUZI- Novo WebClip “Pa Para Pá”

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A banda Fuzi, formada em Pindamonhangaba (SP) e nova aposta da Balboa Discos, acaba de lançar o webclipe da faixa Pa para pá, produzido 100% pela banda utlizando diversos brinquedos e a técnica de “stop-motion”. Esse é o segundo vídeo extraído do primeiro álbum do grupo, Ponto de Fusão, lançado em 2012 e que está disponível para download no site oficial do grupo.

 

 

Formada pelo trio Emerson, Zek e Felipe e influenciados por nomes como Green Day, Foo Fighters e Blink 182, a banda Fuzi trabalhou com o renomado produtor Sergio Soffiati durante o ano de 2011 para a gravação de seu primeiro álbum, que conta com 5 faixas inéditas e outras três do EP Como Você Funciona, lançado em 2009, remasterizadas também por Sergio Sofiatti. A banda ainda conta com o apoio da produtora SOUMAB, parceira na produção executiva do grupo no estado de São Paulo.

Emerson Lima, guitarrista da Banda Fuzi, falou sobre a produção do novo vídeo do grupo.“O trabalho foi gigante e cansativo! Nós (integrantes e equipe da banda) moramos em cidades diferentes – parte em São Paulo e parte em Pindamonhangaba, SP – e com isso ficamos com muito pouco tempo para fazer muita coisa, podendo concentrar nossos esforços somente aos finais de semana. Apesar do desgaste, gostamos bastante do resultado final. Tomara que o vídeo agrade aos que assistirem também”, declarou.

Assista abaixo ao clipe de Pa para pá, novo vídeo da banda Fuzi, uma das apostas do rock nacional em 2012 e também acompanhe todas as novidades da banda através de seus canais oficiais, para isso acesse

 

http://passagemdesom.com.br/index.php?option=com_content&view=article&id=1102%3Afuzi-novo-single-pa-rara-pa-balboa-discos&catid=57%3Apop&Itemid=171#.UJHm1Dwe-PY.facebook

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CIVET-The Biography From Rock Femme

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Civet  banda de  rock de Los Angeles  anunciaram planos para lançar o seu quarto álbum de estúdio, “Love & War”, através da Hellcat em 22 de fevereiro. O álbum também estará disponível em vinil uma data após o lançamento em cd.Liderado pelas irmãs Liza Graves e Suzi Carmichael, Civet, influenciada pelas pioneiras femininas com bandas como The Runaways, Bikini Kill, L7, Hole e The Distillers, com o lançamento
de “Love & War”. seu novo álbum de estúdio.

“Gravando o novo album foi muito libertador, sabíamos o que queríamos e foi por isso!” diz Graves. “Nossos vocais  são maiores e mais cruel do que o último album, juntamente com solos de guitarra  e vocais crus todo mundo já fez por  amor;. Que a combinação de Motörhead com  poder bruto  de  várias influências que podem ser ouvidos em todas as músicas, para todo o album  não reflete uma determinada época ou gênero. Nós não tinham medo dos âmbitos do espectro musical ao escrever este album. ”

Depois de sua estréia Hellcat, ‘Hell Hath No Fury “, em 2008, Civet tomou o mundo de assalto, em turnê pela Europa, Japão e América do Norte extensivamente com grandes nomes como Molly Flogging, H20, The Adicts, Dropkick Murphys, The Pogues e as Vans Warped Tour. O álbum recebeu elogios de críticos e fãs, e expectativa para o seu follow-up tem sido crescente desde então.

Civet passou os últimos anos na estrada refino direção da banda, e quando chegou a hora de gravar o seu seguimento “Hell Hath No Fury” decidiu renunciar um produtor de fora e gravar o álbum se. “Sabíamos que a visão que tínhamos para este registro melhor do que ninguém, por isso decidimos ir para ela!” diz Carmichael.

E o resultado é “Love and War”, 14 faixas ousadas e sem remorso sobre relacionamentos que deram errado, sonhos destruídos e sua jornada para onde eles estão hoje. Com um senso de realidade amadurecida, as meninas foram  mais fundo do que nunca de antes do  traduzido as suas experiências ao longo dos últimos anos, em letras de almas dolorosas o novo álbum. “Neste disco, Suzi e eu não só encontrou a nossa voz, mas redescobriu o nosso raízes punk rock ‘n’ roll”, diz Graves.

Civet com  músicas como o hino de  “LA Nights” angústia alimentada “Summer of Hate”, e afundar suas garras nos  fãs em um dos melhores álbuns da banda escrito ainda.

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LA rock band Civet have announced plans to release their fourth studio album, ‘Love & War,’ via Hellcat Records on February 22. The album will also be available on vinyl at a later date.

Led by provocative sisters Liza Graves and Suzi Carmichael, Civet hold the torch once held by such groundbreaking female-fronted bands as The Runaways, Bikini Kill, L7, Hole and The Distillers, with the release

of their fearless new studio album ‘Love & War.’

“Recording the new record was very liberating; we knew what we wanted and went for it!” says Graves. “Our choruses are bigger and badder than the last record, coupled with blazing guitar solos & raw vocals everyone has come to love; that combination of Motörhead grit and ‘77 raw power. There are various influences that can be heard on all the songs, so the whole record doesn’t reflect one particular era or genre. We weren’t afraid to pull from all scopes of the musical spectrum when writing this record.”

After their Hellcat debut, ‘Hell Hath No Fury,’ in 2008, Civet took the world by storm, touring Europe, Japan and North America extensively with such greats as Flogging Molly, H20, The Adicts, Dropkick Murphys, The Pogues and the Vans Warped Tour. The album received rave reviews from critics and fans and created a whirlwind of press for the band, and anticipation for their follow-up has been mounting ever since.

Civet spent the last several years on the road refining the band’s direction, and when it came time to record their follow up to ‘Hell Hath No Fury’ decided to forgo an outside producer and record the album themselves. “We knew the vision we had for this record better than anybody, so we decided to go for it!” says Carmichael.

And the result is ‘Love and War,’ 14 daring and unapologetic tracks about relationships gone wrong, shattered dreams and their journey to where they are today. With a matured sense of reality, the girls dug deeper than ever have before and translated their experiences over the past few years into soul wrenching lyrics and choruses on the new album. “On this record, Suzi and I not only found our voice, but we rediscovered our punk rock ‘n’ roll roots,” says Graves.

Armed with Graves’ trademark deep raspy vocals and Carmichael’s incendiary lead guitars, Civet bare their teeth on songs like the brash party anthem, “L.A. Nights” and the angst fueled “Summer of Hate,” and sink their claws into fans with feverous deploy on one of the band’s best written albums yet.

BEACH DAY – Um Grande Day Na Surf Pop

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Praiano e divertido  o Nome é Beach Day  esta banda é como uma espécie de Ronettes encontrando Black Lips Mash.

“Eles são como a banda que sonoramente tem  grande influencia  surf rock. Da mesma Dum Dum Girls, Best Coast, Raveonettes, Black Lips e todos os outros que apresentam aqui em uma base, normalmente, têm um dia da praia rock de garagem dos anos 60 lcom aqueles vocais do grupo de menina

“Beach Day é especializada em  praia, tem atitude de banda de  garagem com espírito de grupo feminino pop. Fato, essa fonte existe a cerca de 50 anos, e um monte de atos jovens estão revivendo agora, mas a interpretação dessa banda é tão natural e incandescente que fazê-lo sentir completamente . eles têm toda a nostalgia romântica, mas com um pé na garagem. mas sua virtude universal é o seu dom raro melódico e  tem o descontraído instinto som  praiano . E essa é a diferença. É por isso que o som de todas as suas canções. Além disso, a cantora Kimmy Drake tem a verdadeira voz de uma lider feminina de um grupo.

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Beachy and fun, this band is sort of like a Ronettes meets Black Lips mash up.” ~ Brooklyn Exposed

“They are like the band that sonically beats-up the resident surf rock bands. Cut from the same cloth as Dum Dum Girls, Best Coast, Raveonettes, Black Lips and all the others I feature here on a normally basis, Beach Day have a slick and steady 60s garage rock sounds with those girl group vocals

 you crave.” ~ Music Snobbery

“Beach Day specializes in a beachy (duh), garage-minded breed of girl-group pop. Indeed, this wellspring goes back about 50 years, and lots of young acts are reviving it now, but this band’s interpretation is so natural and incandescent that they make it feel completely fresh again. They have all the romantic nostalgia that you want from this fare but with just enough garage grit to be au courant. But their universal virtue is their rare melodic gift. Most of their ilk simply don’t have the stunningly easygoing songwriting instinct that Beach Day does. And that’s the difference. It’s basic but it’s everything. It’s why all their songs sound like singles. Moreover, singer Kimmy Drake has the true voice of a girl-group leading lady, something like a young, white Ronnie Spector raised on punk.”
~ Orlando Weekly

JAPANDROIDS- Entrevista,Curiosidades e Rock

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Meu comentário

 

Nesta Entrevista  a banda  fala de como foi a criação do nome,quais bandas foram suas grndes influencias  e que mais eles gostam das  turnês banda que já venho para o Brasil.

no Lollapoloza do ano passado e seu mais recente album “Celebration Rock” para mim

é um dos melhores do ano de 2012.

 

Você pode  falar que  Japandroids é um nome incomum, como você criaram o nome da banda.

Dave queria chama-la de ‘Japanese Scream que é uma linha de um Kings Of Leon canção, e eu (Brian) queria chamar de” Pleasure Droids a banda, que é uma referência do filme Blade Runner. Com cada um de nós encontramos escolhemos um  nome, nós nos encontramos. Sendo o negociador discreto que eu sou, eu simplesmente combinado “‘Japanese Scream e Pleasure Droids juntamos e escolhemos o  Japandroids.

Para aqueles que não sabem de você, como você descreveria o seu som?

Celebration Rock (é mais hard , mais pesado e mais  blues em uma base pop)

Quais bandas te influenciou
as músicas na hora de escreve?

Rites of Spring, Drive Like Jehu, The Gories, descendentes, Refused, The Nation de Ulisses, Guided By Voices, Born Against, The Icarus Line, Chavez, Os Condenados, Coachwhips, norte da América, Silkworm, X, Dead Meadow, Suicídio , Royal Trux, Medo, Minutemen, Jesus Lizard, Gang Of Four, White Denim, Os santos, Les savyFav, MC5, açúcar, etc

Ese é um pequeno curso de uma incompleta  lista de bandas que influenciou JapanDroids
Eu mencionei estas bandas especificamente   a questão  que seria dificil
para mim mencionar uma  ou outra entre varias inlfuencias (The Replacements, Husker Du, Bruce Spingsteen, Tom Petty & The Heartbreakers, etc.),

mas é  o ponto que poderia se justo por você estar lendo como poderia ser escrito
começo com algumas musica ´de fans ou sons que de milhões de bandas nós tivemos
dos últimos 20 anos. Nos negamos  uma banda especifica, eu posso sempre colocar um
componente a cada som de volta de um serie de  bandas após a gravação  quando eu ouvir
e fazer um julgmento imediato.

O que você diria que é o momento de maior orgulho mesmo tempo estar em Japandroids?

Quando eu fiz da nudez da mente ser tão sensual como a nudez do corpo.

Foi frustrante  ter  assinado por uma gravadora que desconhecia.

A frustração não é a palavra certa, e nós certamente não nos sentimos de ter direito a nada. Nós no entanto, depois de 3 anos de trabalho duro, tem sido pelo menos um pouco interessado em nos ajudar com alguma coisa.

Você pode oferecer algum conselho para qualquer banda que esta começando?

Mudam-se  para o Brooklyn.

Você está prestes a entrar em uma grande turnê pela Europa, América e Austrália,  está animado e ansioso para visitar estes países?

Estamos entusiasmados com cada viagem  que fazemos – é simplesmente a nossa coisa favorita. A maior emoção foi viajar para novos lugares e novas pessoas para tocar. Apesar de ter já excursionado na  Europa e América do Norte, propositalmente reservado em uma riqueza de novas cidades / estados / países sobre estes passeios, e são particularmente animado em visitar esses lugares. Como  a Austrália que é l totalmente diferente. Em fevereiro do ano que vem, vamos embarcar de nossa primeira turnê da Ásia / Austrália, e passar um mês em um território inexplorado para Japandroids, e todos nós estamos ansiosos!

O que é melhor na música britânica ou norte-americana e por quê?

Música norte-americana é superior a música britânica de todos os modos possíveis. Eu culpo NME e  a ideologia que promovem a juventude britânica. Felizmente, a morte de mídia impressa está começando lentamente a virar esse jogo.


Vocês tocaram dia 29 de outubro em Harley  mas tiveram antes na cidade de Sheffield
uma cidade com uma avalanche de musicas  que são hinos.

Sim nós estivemos na cidade de Sheffield uma vez antes em 2010 tocamos no Harley com Yuck
desde então o Legado da musica de Sheffield ,eu não diria  eu particularmente desconheço.
Eu sei que Cabare Voltaire  e The Human league são de Sheffield eu adoro aquelas bandas
Oh sim Pulp Eu esqueci que Pulp também é de Sheffield

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An interview with Brian from Japandroids who will be coming to The Harley on the 29th of October.

 

You could argue that Japandroids is an unusual name, how did you decide calling your band that?

 

Dave wanted to call the band ‘Japanese Scream’, which is a line from a Kings Of Leon song, and I (Brian) wanted to call the band ‘Pleasure Droids’, which is a reference from the film Blade Runner. With each of us finding the other’s choice of name to be of a lesser value than our own, we found ourselves deadlocked. Being the tactful negotiator that I am, I simply combined ‘Japanese Scream’ and ‘Pleasure Droids’ into a singular name: Japandroids. 



 

For those who don’t know you, how would you describe your sound?

 

Celebration Rock (it’s harder, heavier, and a little more blues based than pop)

 

Which bands influenced you and how has it shaped the songs you write?

 

Rites Of Spring, Drive Like Jehu, The Gories, Descendants, Refused, The Nation of Ulysses, Guided By Voices, Born Against, The Icarus Line, Chavez, The Damned,Coachwhips, North Of America, Silkworm, X, Dead Meadow, Suicide, Royal Trux, Fear, Minutemen, Jesus Lizard, Gang Of Four, White Denim, The Saints, Les savyFav, MC5, Sugar, etc.

 

This is of course a small and very much incomplete list of the bands that have influenced Japandroids, I mention these bands specifically as this is the type of question that is easy for me to copy/paste with several of our most obvious influences (The Replacements, Husker Du, Bruce Spingsteen, Tom Petty & The Heartbreakers, etc.), but at this point that would be just as boring for you to read as it would be for me to write. Being such rabid music fans, our sound/songs come from a total clusterfuckof literally hundreds of bands that we’ve been absorbing over the last 20 years. While we’ve never tried to directly emulate any specific band or sound, I can always trace each singular component of each song back to a band or handful of bands, usually long after recording when I can listen to it with less immediate judgement.

Have you had a positive reaction to your latest album “Celebration Rock” and how as the reaction differed to your previous two albums?

 

More or less, yes, the reaction has been positive. While our previous albums were by no means received negatively, Celebration Rock has without question received the most positive reaction.



 

What would you say is your proudest moment whilst being in Japandroids?

 

When I learned to make the nakedness of the mind as sensuous as the nakedness of the body. 



 

How frustrating was it before you got signed by Unfamiliar Records and then Polyvinyl Record Co?

 

Frustration is not the right word as it denotes entitlement, and we certainly didn’t feel entitled to anything. We did however, feel that after 3 years of hard work, someonewould have been at least somewhat interested in helping us with something.

 

What do you think it was about the band that caught the eye of these record companies?

 

In order:

 

1) pure and undeniable physical attractiveness

2) alarmingly acute sense of fashion

3) marvellously overt sexuality

4) unflinching willingness to make it at all costs

5) songwriting / musicianship

 

In sum: painfully obvious marketability



 

Can you offer any advice for any committed but struggling bands out there?

 

Move to Brooklyn.



 

You are about to go on a big tour around EuropeAmerica and Australia, how excited are you about this tour and where are you looking forward to visiting the most?

 

We are excited about every tour we do – it is simply our favourite thing. The biggest thrill has and continues to be traveling to new places and playing for new people. Despite having previously toured both Europe and North America, we purposely booked shows in a wealth of new cities/states/countries on these tours, and are particularly excited about visiting those places. As for Australia and beyond, that is an entirely different beast. In February of next year, we’ll embark of our first ever tour of Asia/Australia, spending a month in unchartered territory for Japandroids, and we are all aflutter!

 

What’s better British music or North American music and why?

 

North American music is superior to British music in every conceivable way. I blame NME and the ‘style over substance’ ideology they promote to British youth. Mercifully, the death of print media is slowly beginning to turn this tide.

 

What’s the craziest thing that’s ever happened to you whilst being on tour?

 

Discovering that there is a NEW Mexico. 



 

You play at the Harley on the 29th October. Have you ever been to Sheffieldbefore and are you aware of the cities massive music heritage? 

 

Yes, we’ve been to Sheffield once before. In 2010 we played at The Harley with Yuck.

 

As far as Sheffield‘s music legacy is concerned, I can’t say that I’m particularly knowledgeable. I DO know that Cabaret Voltaire and The Human League are fromSheffield though, and I love those bands. Oh, and Pulp. I’m down with Pulp too!

 

 

 

http://japandroids.com
http://japandroids.bandcamp.com

 

 

http://shulife.co.uk/music/interview-japandroids/