BLCAK VEIL BRIDES-Return With New Album ” Wretched And Divine:The Story Of The Wild Ones”

0

 

302826_10151193654262834_2036043256_n.png (415×355)

 

Los Angeles rockers Black Veil Brides return with their third album Wretched And Divine: The Story Of The Wild Ones and will be heading out on tour in 2013 in support of the new release (dates below).

The album is being released on January 7th via Lava Records/Island Records UK and marks the band’s first full length release since 2011’s Set The World On Fire, which appeared in the Billboard Top 200.

The 19 track opus builds upon the signature sound the Black Veil Brides have created since their debut We Stitch These Wounds, while showcasing their growth as musicians and songwriters.

 404633_10151186167547834_1137832338_n.jpg (500×500)

 

A banda  Screamo  de Los Angeles Black Veil Brides retorna com seu terceiro album Wretched And Divine: The Story Of The Wild Ones e ainda  terá uma tour em 2013 em apoio o lançamento do novo album.
O album começa a ser lançado em 7 de  Janeirao via Lava Records/Island Records Uk
e marca o primeiro lançamento entre  2012  do Set The World On Fire que apareceu no
top 200 da Billboard.
As 19 faixas  contruidads tem  a assinatura sonora de Black Veil Brides que tem criado
o lançamento de We Stitch These Wounds que foi uma mostragem da crescente
dos seus  musicos  e compositores

 Tour Dates

Feb 3rd  Cardiff, UK Cardiff University Great Hall
Feb 4th  Manchester, UK Academy
Feb 5th  Bristol, UK O2 Academy
Feb 7th  Southampton, UK Guild Hall
Feb 8th  Norwich, UK UEA
Feb 9th  Liverpool, UK O2 Academy
Feb 10th  Glasgow, UK O2 Academy
Feb 12th  Newcastle, UK O2 Academy
Feb 13th  Sheffield, UK O2 Academy
Feb 14th  Birmingham, UK O2 Academy
Feb 15th  London, UK O2 Academy Brixton

 


http://www.blackveilbrides.net

http://www.entertainment-focus.com/news/black-veil-brides-set-to-tour-early-2013

 

 

Advertisements

THE SWORD- Interview About New Album “Apocryphon”

0

 

 

 

417662_10150574149300942_1488701533_n.jpg (924×615)

Quarteto de stoner rock  do texas The Sword lançou seu quarto álbum de estúdio, Apocryphon em 22 de outubro, seu primeiro lançamento pela  Razor & Tie. Este album é  um contraste de em  conceito, em todos os sentidos.

Eles estão agora se preparando para pegar a estrada para uma turnê pelos EUA com o apoio atos Gypsyhawk e American Sharks..

Um dias atrás, falei com o guitarrista Cronise JD vocalista para discutir o making of do álbum, a sua configuração de engrenagens, o novo baterista da banda.   Aproveite a conversa abaixo, e confira o site oficial da banda para mais informações sobre o álbum e datas da turnê

REVOLVER: Seu álbum anterior, Warp Riders, era algo criativo para você, em termos  conceituais , musicalmente e em todos os aspectos. Será que isso ajuda a voltar para as coisas mais simples para este novo álbum?

Sim, Wipers Riders  era uma espécie de experimento, e foi divertido, mas foi definitivamente um desafio., nós queriamos mantê-lo mais simples, basta escrever algumas músicas e deixá-los vir até nós, para ver o que iria acontecer.

Eu acho que o álbum tem elementos de que você fez antes, mas ele tem mais  uma vibe mais Heavy Metal clássico em vez do slugdy sounds em  seus albuns anteriores. É que uma avaliação justa dosApocryphon?

Sim, eu diria isso. Mesmo que seja engraçado que me parece ser a leitura da palavra sludgy” muito destes dias, quando as pessoas estão se referindo a este album, mas ele definitivamente não soa sludgy  para mim!

Mas em termos de voz, provavelmente, mais do que nunca. E
seu melhor  vocal até agora


Acho que sim. Eu gostaria de pensar que cada álbum é o melhor que temos feito até agora, em termos de jogo de todos e desempenho. Pessoalmente, eu acho que ela reforçou-se um pouco sobre Warps Riders. Na verdade, eu fiz  algumas aulas de canto antes de gravarmos, mas sim, eu acho que expandiu ainda mais em um presente novo. Honestamente, eu recebo um monte de críticas por meus vocais. É provavelmente o aspecto mais criticado da nossa música, mas para mim, quando eu escuto todos os nossos albuns , eu ouço o que eu quis fazer. Então, pode ser quando as pessoas criticam, muitas das vezes eu acho que eles não entendem o que. Mas estou muito feliz com isso.

Bem, eles podem definitivamente parar de criticar seus vocais a partir de agora. Outra coisa interessante é que você realmente saiu de Austin e mudou-se para Baltimore para gravar este album . Houve alguma razão especial para isso, ou foi apenas porque o produtor é de  lá?

Sim, o estúdio de J. Robbins está lá, ele mora lá, ele é um homem de família e ele tem uma esposa e filho. Tenho certeza que ele não era realmente a idéia de vir e viver em Austin por um mês e estar longe de sua família e longe do estúdio e de  sua casa, onde ele sabe melhor. É sempre melhor tipo de deixar o engenheiro ou produtor de trabalho no lugar que eles são mais confortáveis. Dessa forma eles podem obter o som que eles querem.

Ele desempenha um papel importante na captura desse som? Você sente que ele trouxe o melhor de você, que você pode não ter conseguido de outra forma?

Sim, definitivamente. A razão pela qual ele foi escolhido, achamos que ele realmente tinha um ouvido muito bom para o tipo de música que nós tocamos, e ele poderia fornecer o tipo de álbum que nós queriamos . Nós  conhecemos a maior parte de seu trabalho mas como o nosso baixista Bryan é um grande fã do  Clutch, em que ele trabalhou . Realmente ele sabe como uma banda como nós deveria soar. Nós só queríamos um grande, álbum de rock com a sonoridade clássica. Foi  muito fácil trabalhar com ele.

Estou feliz que você mencionou  Clutch,porque eles também têm uma abordagem de composição que é semelhante ao que vocês fazem neste álbum. Eles têm um som, simples. Esse é o caso com o seu álbum também.

Sim, eu estive com   Clutch, em  muitos, muitos anoseu sinto a evolução deles ao longo dos anos. O que eu gosto nele  eles começaram com um tipo de som e ele transformou-o em uma coisa completamente diferente agora. Mas eles já fizeram isso muito,e em um tipo lógico de forma orgânica. Estamos todos realmente admiro isso. Eles são uma banda de verdade, você sabe. Não há muitas bandas destes tipo hoje em dias que  deixam  o seu som mudar e evoluir. muitas pessoas estão preocupadas com,se fizermos esse som muito diferente do nosso último álbum, as pessoas não vão gostar e não vai vender bem. “Esse tipo de mentalidade é muito limitante para a criatividade às  vezes . Nós nos esforçamos para ser definitivamente uma banda como o  Clutch, e como as bandas de rock clássico dos anos 70 e 80 que não estavam com medo de deixar seu som evoluir .

524932_10152138019600942_2025428196_n.jpg (850×315)

Austin, Texas-based heavy rock quarteto The Sword released their fourth studio album, Apocryphon, on October 22, their first release on Razor & Tie. It’s a contrasting follow-up to the concept album, Warp Riders, in every sense.

They’re now preparing to hit the road for a US tour with support acts Gypsyhawk and American Sharks.

A couple of days ago, I spoke to vocalist/guitarist JD Cronise to discuss the making of the album, his gear setup, the band’s new drummer and several other topics. Enjoy the conversation below, and check out the band’s official website for more info on the album and tour dates.

REVOLVER: Your previous album, Warp Riders, was a big creative undertaking for you, conceptually, musically and in all aspects. Did that help you get back to simpler things for this new album?

Yeah, Warp Riders was a kind of experiment, and it was fun, but it was definitely a challenge. So going into the writing for this one, we kind of wanted to keep it simpler, just write some songs and let them come to us, to see what happens.

 

 

 

V

I think the album has elements of what you’ve done before, but it has more of a classic heavy metal vibe rather than the sludgy sound of your earlier records. It is kind of Sabbath-y. Is that a fair assessment of Apocryphon?

Yeah, I would say so. Even though it’s funny that I seem to be reading the word “sludge” a lot these days when people are referring to this record, but it definitely doesn’t sound sludgy to me!

But in terms of your vocals, you’ve done a lot on this one, probably more than ever before. Is this vocally your best effort so far?

I think so. I’d like to think that every album is the best one we’ve done so far, in terms of everyone’s playing and performance. Personally, I think I stepped it up a little bit on Warp Riders. I actually took some vocal lessons before we recorded that, but yeah, I think I expanded it even more on this new one. Honestly, I get a lot of criticism for my vocals. It’s probably the most criticized aspect of our music, but for me, when I listen to all of our records, I hear what I meant to do. So may be when people criticize it, a lot of the times I think they don’t really understand what we’re going for. But I’m very happy with it.

 

Well, they can definitely stop criticizing your vocals from now on. Another interesting thing is, you actually stepped outside of Austin and moved to Baltimore to record this one. Was there any particular reason for that, or was it just because the producer is based there?

Yeah, J. Robbins’ studio is there, he lives there, he’s a family man and he’s got a wife and kid. I’m sure he wasn’t really into the idea of coming and living in Austin for a month and being away from his family and away from his home studio where he knows best. It’s always kind of best to let the engineer or producer work in the place that they’re most comfortable. That way they can get the sound that they want, you know.

Did he play an important role in capturing this sound? Do you feel that he brought out the best in you, which you might not have achieved otherwise?

Yeah, definitely. The reason we picked him was, we thought he really had a very good ear for the kind of music that we play, and he could deliver the kind of album we wanted. We knew him mostly from his work with Clutch, although our bass player Bryan is a big fan of the earlier bands he was in, like Burning Airlines. We really felt like he knew how a band like us was supposed to sound. We just wanted a big, thick, classic rock-sounding album. He was really easy to work with, and it was a breeze.

 

 

I’m glad you mentioned Clutch, because they also have a songwriting approach that’s similar to what you applied on this album. They have a massive, simple sound. That’s the case with your album as well.

Yeah, I’ve been into Clutch for many, many years and kind of listened to them evolved over the years. What I love about them is, they started with one kind of sound and they’ve totally morphed it into a whole different thing now. But they’ve done it very gradually, and in a logical kind of organic way. We all really admire that. They’re a real band, you know. There are not many bands around these days that are willing to let their sound change and evolve like that. So many people are concerned about, ‘Well, if we make this sound too different from our last album, people won’t like it and it won’t sell well.’ That kind of mindset is very limiting to creativity a lot of times. We strive to definitely be a band like Clutch, and like the classic rock bands of the 70s and 80s that weren’t afraid to let their sound grow.

That brings me right to my next question. This album has a “big” sound, and the riffs are solid and catchy. Do you think your music has changed for the positive enough for you to open yourselves up to new audiences this time?

I think so. We just try to write good songs, and try to write heavy, impactful riffs. People like that, and that’s the kind of thing people search for when they listen to hard rock music. We’re all fans of lots of different genres, but certainly of rock and metal. This album is definitely one of our most accessible albums so far.

http://www.swordofdoom.com

STONE SOUR- New Clip “Gone Sovereing”

0

395021_10151200017014578_1317596178_n.jpg (851×315)

Novo Clip do Stone Sour  “Gone Sovereing ” Banda Projeto de Corey Taylor  (Slipknot) que virou coisa séria estou ouvindo este album que é todo conceitual já que terá parte 1 e depois provavelmente a parte 2

sendo que o encarte traz um estória  e as letras das musicas estã  todas no site.


http://www.stonesour.com

http://houseofgoldandbones.com/
 

 

 

MASTADON-Novo Clip Dry Bone Valley

0

385889_10150445314267948_449860303_n.jpg (704×717)

Novo  Clip de Mastadon Dry Bone Valley bem é a loucura de sempre, como nos clips anteriores  disseram que viriam ao Brasil

mas nesta estória nunca acreditei até porque não havia datas marcadas ,

nem no FAn Page e  nem No Site Oficial de que fariam show no Brasil se  bem que estarão no Uruguai no Maquinaria nos  proximos 10 e 12 de  novembro os uruguaios terão este privilgio fazer o que!!!

FORMAÇÃO DO MASTADON:

Brann Dailor – Drums and Vocals
Brent Hinds – Guitar and Vocals
Bill Kelliher – Guitar
Troy Sanders – Bass and Vocals


http://www.mastodonrocks.com

http://www.cracktheskye.com
http://www.myspace.com/mastodon
http://www.youtube.com/user/mastodonmusic
http://www.twitter.com/mastodonmusic

ONE EYE DOLL -Novo Video “Comitted”

0

476_10151237029638910_32875773_n.jpg (960×960)

A vocalista do One Eyes Doll Kimberly Freeman ,que participa  da edição
de 2012 da Hottest Chick Hard Rock  da Revolver Mag esta lançado seu novo album chamado
Comitted no  próximo ano de 2013. Mas eles já estão com a premiere do novo video do seu primeiro
single e faixa titulo do album lançado agora. Confira abaixo  o video e comente
se sobreviver a bizzzarice deste video.
2128_47686668909_2452_n.jpg (402×604)
Led by frontwoman Kimberly Freeman, who is featured in the 2012 Hottest Chick in Hard Rock issue out now, One-Eyed Doll will be releasing their new album, Committed, in early 2013. But they are premiering the video for the first single and title track from the record right here right now. Check it out below, and let us know what you think in the comments.

 

GLAMOUR OF THE KILL-Entrevista Sobre Novo Album

0

546001_10152100891580455_465991685_n.jpg (960×716)

By Natalie Perez

Recentemente o baixista  e vocal  Davey Richmond, do Glamour Of The Kill, por uma com 10 perguntas  via   Revolver Mag.

Glamour Of The Kill são da gravadora  Music Tour Inked ao lado de bandas como Alesana e Vampiros Everwhere , The Summoning, foi lançado este mês através Music Entertainment One.

Abaixo, Davey Richmond fala do próximo, o novo álbum e planos para um lançamento de acompanhamento.

01. Como você entrou para a banda, e qual é a origem do nome da banda?

Nós começamos em 2007 . Nós todos iamos para a escola juntos, então nós tocamos  em todos anos.. A banda só começou mesmo a partir daí, realmente. O nome da banda era outra coisa. Alguns anos atrás, estávamos em um bar, todos bêbados com nossos amigos na Inglaterra. Um de nossos amigos tinha dito: “Por que você não se chamam de Glamour Of The Kill?”, Que tinha um bom toque para ele. Assim, como nós, nós temos os aspectos dos vocais mais pesados ​​e limpo para que o significado seria apenas Glamour Of The Kill.

02. Vocês têm um som único. Quais bandas você diria que os influenciou?

Eu acho que as nossas influências vem de todos os lugares, como Metallica, Thin Lizzy, Iron Maiden, Avenged Sevenfold, Bullet for My Valentine, As I Lay Dying. Nós não estamos com medo de escrever música que fossem pesados e soassem como Katy Perry. Então é bom ter a mente aberta com a  música  de hoje.

03. Conte nos sobre o nome do álbum,

Para a nossa estréia, queríamos um nome que todos os envolvidos. Então, nós queríamos algo  potênte. Mesmo a faixa acústica do álbum é chamado de  The Summoning.

04. Por que este álbum só está disponível no Reino Unido e não em os EUA? Além disso, para o lançamento nos EUA, você mudou a arte do álbum e do logotipo da banda. Por quê?

Bem, nós não temos um  logotipo nos EUA para liberá-lo. Nós tínhamos acabado de assinar One Entretenimento  contactou-nos, para que todos pudessem ser ouvidos  nos Estados Unidos. Tudo foi  adequado muito bem. Mas todo mundo aqui no Reino Unido foram confundidos por ele, dizendo: “Bem, eu pensei que você já tivesse liberado” Bem, nós fizemos, não apenas para os EUA esta  arte, queriamos  dar-lhe um olhar fresco, porque nós não estávamos feliz com o nosso logotipo antigo. Nós vamos estar usando este novo a partir de agora.

05. Qual é a sua música favorita do The Summoning?

Eu tenho um monte de fmusics favoritas  que eu me orgulho, mas tseria o  primeiro single, “Feeling Alive”. Ele tem grandes riffs e um refrão cativante. Então, eu te digo que esta é meu som preferido com certeza.

06. O que você diria que é mais diferente nesse álbum?

Eu só acho que o som todo ele tem todas as nossas influências, de se estar, mas eu acho que funciona muito bem.

07. Você está prestes a iniciar uma turnê pelos EUA fantástico com Alesana e Vampiros Everywhere! Se você pudesse pensar em uma coisa que você gostaria de realizar com essa turnê, o que seria isso?

Para conhecer e fazer novos fãs, novos amigos, mostrar a todos que somos. Somos o Glamour Of The Kill!

08. O que você tem feito para preparar-se para a turnê?

Temos ensaiado  duramente, sempre colocando coisas em nossos shows ao vivo. Acabamos de chegar dos EUA ontem, bebendo muita cerveja e comer uma boa comida, então nós estamos apenas nos preparando dessa forma. Os caras do Alesana festa louca e por isso estamos nos preparando para isso  também[risos].

09. É  fácil manter a motivação  diariamente no  Glamour Of The Kill?

É muito fácil realmente. Nós amamos turnê e sim  nós vamos dar tudo que temos. É apenas uma oportunidade incrível para a América pela primeira vez. É incrível, então apenas para o momento.

10. O que mais você tem planejado para o resto do ano?

Nós terminamos esta turnê em 7 de novembro. Em 8 de novembro estamos indo para o estúdio para começar a gravar o nosso álbum. Portanto, não podemos esperar estamos realmente animado para grava-lo.

 421175_10152131876515455_498791709_n.jpg (851×315)

We recently tracked down Davey Richmond, bassist/vocalist of England’s Glamour Of The Kill, for a quick 10-question chat, Revolver-style.

Glamour Of The Kill are booked on the Inked Music Tour alongside Alesana and Vampires Everywhere!, and their debut full-length, The Summoning, was released this month via Entertainment One Music.

Below, Davey Richmond discusses the upcoming trek, the new album and plans for a follow-up release.

01. How did you come together, and what’s the origin of the band’s name?

We started in 2007. We had all gone to school together, so we played music for years. Then we started the band playing our own music. It just started from there, really. The band name was something else. A few years back, we were at a bar, all drunk with our friends in England. One of our friends had said, “Why don’t you call yourselves Glamour Of The Kill?” which did have a good ring to it. So with us, we have those aspects of the heavier and clean vocals so the meaning would just be us as Glamour Of The Kill.

02. You guys have a unique sound. Which bands would you say influence you the most?

I think we take our influences from everywhere, like Metallica, Thin Lizzy, Iron Maiden, Avenged Sevenfold, Bullet for My Valentine, As I Lay Dying. We’re not scared to write music whether it’d be heavy or light like Katy Perry. So it’s good to just be open-minded when today’s music.

03. Tell me about the album name, The Summoning.

For our debut full-length, we wanted a name that would get everyone involved and have us get noticed. So we wanted that higher power. Even the acoustic track on the album is called “The Summoning,” so that explains it.

04. Why was this album only available in the UK and not in the U.S.? Also, for the U.S. release, you changed the album artwork and the band’s logo. Why?

Well, we didn’t have a label in the U.S. to release it. We had just gotten signed with eOne Entertainment who had contacted us, so everyone can now hear it in the States. Everything is fitting really well. But everyone here in the UK are confused by it, saying, “Well, I thought you already released it.” Well, we did, just not in the U.S. As for the art, we wanted to give it a fresh look because we weren’t happy with our old logo. We’re going to be using this new one from now on.

05. What’s your favorite song from The Summoning?

I’ve got a lot of favorites and songs I’m proud of, but it would have to be the first single, “Feelin Alive.” It has big riffs and a catchy chorus. So I’d have to say that one for sure.

06. What would you say is most different about this album?

I just think the whole sound of it has all of our influences, and you wouldn’t expect my vocal style to be in, it but I think it works really well.

07. You’re about to start a fantastic U.S. tour with Alesana and Vampires Everywhere! If you could think of one thing you’d like to accomplish through that tour, what would that be?

To meet and make new fans, new friends, show everyone who we are. We’re Glamour Of The Kill!

08. What have you done to prepare yourselves for the tour?

We’ve practiced hard, always putting so much into our live shows. We just arrived in the U.S. yesterday, drinking a lot of beer and eating some good food, so we’re just preparing ourselves that way. The guys of Alesana party hard, so we’re getting ready for that [laughs].

09. How easy is it to keep the motivation going on a daily basis for Glamour Of The Kill?

It’s quite easy really. We love touring so we’re going to give it all we’ve got. It’s just an amazing opportunity to be in America for the first time. It’s awesome, so we just gota live for the moment.

10. What else do you have planned for the rest of this year?

We finish this U.S. tour on November 7. On November 8 we’re heading into the studio to start recording our second full-length album, which is fully written. So we can’t wait to have it done. We’re really excited about it.

 

http://www.facebook.com/glamourofthekill?fref=ts

 

http://www.revolvermag.com/news/0-questions-with-davey-richmond-of-glamour-of-the-kill.html