EL GENERAL- O RAPPER MAIS PERIGOSO DA TUNISIA

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O rapper  tunisiano  EL GENERal  faz um rapper  contestador
com innfluências do estilo Raggamafim muito difundido nos anos 90,
e algumas pitadas de eletronico.  Seu   jeito de cantar lembra muito a do cantor Shaggy e Sean Paul deve agradar aos fão do estilo ele já está causando

mais info sobre  rapper que esta causando masi estrago que uma arma militar

El General também fala na letra das retaliações das quais temia ser vítima por causa do que escreveu. Tinha razão. No auge das manifestações na Tunísia, o rapaz foi preso e torturado por 3 dias. Mas isso só tornou a música mais famosa. E mesmo com a forte repressão do governo, que deixou 223 pessoas mortas, a população tunisiana seguiu demandando a troca do regime com ocupações em ruas e em praças públicas. Com a pressão popular local e da opinião pública internacional, e sem o apoio do exército para reprimir os manifestantes, Ben Ali não resistiu, caiu e deixou o país rumo ao exílio, na Arábia Saudita.

 

Esses ventos de mudança chegaram ao Egito à velocidade do som. Do som de El General. E o rap virou a grande trilha sonora da praça Tahrir, no Cairo, o centro nervoso da revolução egípcia. Mais sangue rolou (440 mortos), mas Hosni Mubarack também resistiu pouco. Com dois ditadores derrubados na conta, o rap continuou cruzando fronteiras e ajudou a inflamar mais protestos, principalmente na Argélia e no Bahrein. Nada mal para um músico sem gravadora, que divulga suas músicas no Facebook e no MySpace e mora com os pais em Sfax, uma pequena cidade litorânea ao sul da capital Túnis – a mãe é dona de uma livraria e o pai trabalha em um hospital.

Na verdade, ele era praticamente um desconhecido mesmo entre os rappers da Tunísia (os mais famosos no país eram Lak3y e Psyco M). Mas depois de mirar o seu microfone diretamente no regime corrupto de Ben Ali, essa história mudou. Publicada no Facebook em 7 de novembro, Presidente, o seu País fazia a crítica mais dura até então contra o regime. Em pouco tempo, a música ganhou o país. A resposta do público foi tamanha que o governo tirou do ar as páginas no Facebook e no MySpace, além de mantê-lo preso por 3 dias. Mas a carona da imprensa internacional transformou El General em uma figura central da revolução – ele até quis se apresentar no Egito depois de ter virado celebridade por lá. Mas não pôde porque não tem passaporte.

http://super.abril.com.br/cotidiano/el-general-rapper-21-anos-derruba-ditadores-626329.shtml

http://www.facebook.com/#!/GENERAL.OFFICIEL?sk=info

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